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“A Maioria das pessoas preferiria morrer à pensar; de fato, muitas o fazem.”

sábado, 18 de setembro de 2010

Amar é para fracos.



Tendo considerado algumas longas conversas com um amigo que faz Pedagogia e depois de um comentário simples, mas totalmente verdadeiro do Senhor Bossa,  do O Variado, conclui que realmente e cientificamente amar é para fracos. Algumas pessoas provavelmente acharam esse comentário um tanto quanto frio, e uma ratificação da minha parte mais fria ainda, mas espere antes de nos achar pessoas frias e abomináveis e não pare de ler agora pra me xingar no forms LEIA.. Como já se sabe , o cérebro , que faz parte do sistema nervoso central, comanda todas as atividades corporais, tanto de pensamento, raciocínio, como os próprios sentimentos. Sim. O cérebro que ama, o cérebro que sente saudade, o cérebro que sofre. Você é seu cérebro. Ele é o único órgão que tem consciência da sua própria existência,  ele pensa sobre ele. Ele age  para se auto desvendar, quando nos ajuda a resolver seus próprios minstérios, em pesquisas, com ele mesmo. Confuso, paradoxal, mas fascinante. Então, na verdade, sentimentos são psicológicos, não existem a menos que você queira que eles existam. O mais clichê de todos. o AMOR. O queridinho de qualquer novela, livro, história, conto, fábula, teatro, ou qualquer outra coisa. Que nojento é o amor. A maioria da população que não tem auto controle suficiente para controlá-lo, acaba submetendo o própria cérebro a ele mesmo, através de um sentimento que nós faz ter ações involuntárias, e impensadas. Percebeu o quão desordenado é isso? Um cara chamado amor, que é feito ' pelo cérebro, consegue fazer com que o mesmo 'embole' todas as suas outras funções, acelera a sua respiração, sendo que você NÃO precisa de mais ar, não te deixa pensar e mais nada, quando há um MONTE de coisa que você tem que pensar e ainda te deixa tremendo, zombando totalmente do controle que o cérebro tem sobre o corpo e ainda é idolatrado pela maioria da população. Amor é para fracos, que deixam com que seus perfeitos órgão cerebrais sejam submetidos a isso. O amor zomba de você mesmo.ACORDE. Ser forte é ter auto controle. É não amar se você não quiser amar. É não ficar triste se você não quiser ficar e não derramar uma lágrima sequer, se você quiser que elas permaneçam em seu lugar de origem. Falo falo. Escrevo e escrevo. Mas eu mesma não sou forte o bastante para isso. AINDA. é uma meta de vida. Então, agora, cai-se num grande tabu, você preferiria ser controlada pelo amor e não saber as consequências de uma possível reviravolta desse sentimento tão bipolar, ou viver numa vida em que você controla suas emoções? Muita gente diz que a graça de viver é justamente isso, as reviravoltas da vida, mas já não temos problemas demais para que os sentimentos venham e baguncem mais a nossa vida? Pode ser uma visão fria da coisa, mas é uma visão realista. Amar é muito bom, mas como eu disse, ele pode chegar a pontos que fazem mal à seu próprio ser e se você não sabe controlar isso, pode ser perigoso. Você pode se ferir por algo ou alguém que no fim nem vale tanto a pena assim. Você pode perder a chance da sua vida. Você pode perder a pessoa da sua vida quando fica presa a outra por mero capricho amoroso. Um amor que te faz mal e você não sabe como eliminá-lo pode acabar com a sua chance de ter um relacionamento saudável. Não estou dizendo, " não amem" , mas é tão bom quando você se sente desconfortável em algum lugar e pode simplesmente sair. Agora, quando você não sabe como abrir a porta, o que fazer? Continuar deixando ela a mercê do amor ? Que abrirá a hora que ele quiser desrespeitando o seu próprio querer? Ou ter sempre uma chave para sair e se libertar e talvez encontrar uma sala mais confortável? Será que você é realmente forte para isso? Roube a chave. A escolha é sua, ou não.

13 comentários:

Bossa on 18 de setembro de 2010 06:58 disse...

Bom, de fato, adorei sua argumentação (:
Concerteza as pessoas vão pensar "Nossa, que pessoas frias e amarguradas", mas a questã é:
Fracos são aqueles que se deixam dominar pelo Amor, que não medem as consequencias de seus atos movidos por um Amor que pode ser muito prejudicial. Então, esqueça aquele ditado que "não há razão nas coisas feitas pelo coração" e aprenda que você pode controlar sim os seus sentimentos.

Beatriz Rossi on 19 de setembro de 2010 14:05 disse...

O amor não pode ser controlado. Ele é um sentimento, e sentimentos surgem na alma. Mas podemos controlar o que ele causa, sim. Podemos evitar tristezas, se tivermos coisas com o que ocupar nosso tempo, e tivermos força de vontade. Agora, o amor.. é incontrolável. Você tenta. Mas tentar, cança. E dói. Porque o cérebro começa a criar cenas, desejos, imaginando como seria.. aah o cérebro! É bem mais difícil do que parece! Chuffi, decepções acontecem. Assim como o amor acontece. Não podemos deixar de ter amigos, porque um nos traiu. Não podemos deixar de lutar pelos nossos sonhos, porque um deles não se concretizou. Não podemos deixar de sorrir, porque uma lágrima impediu com que sorrissemos. Assim como não podemos deixar de amar, porque um amor não fora correspondido. Agora, há uma célebre diferença entre agir com a razão, e com a emoção. A emoção não nos tráz nada de bom, a razão nos faz voar, mas com os pés no chão. Essa é uma qualidade sua: usar a razão, na maioria das vezes! Não se deixe levar pelo que passou.. ame, sorria, chore, abraçe, sofra, seja feliz! Só assim vai VIVER! Beijos ♥

Anônimo disse...

discordo. você não é seu cérebro. o humano é uma "máquina" extremamente complexa, em que cada componente tem um papel importantíssimo. de fato, você pode ver o cérebro como um computador, seu olhos, mãos, boca e etc como mouse, teclado... o que eu quero dizer é que, num universo em que existisse apenas um humano (e apenas isto em todo o universo) o que você disse estaria correto: o cerebro teria controle total do corpo e da mente e tudo o que se passasse com esse humano seria um jogo mental. mas no universo real, cada humana está imerso num ambiente que proporciona diversas sensações. o processo evolutivo levou aqueles que privelegiam as boa sensações como o amor a se perpetuarem e por isso vemos o amor como algo extremamente bonito e desejável. e o fato de estarmos aqui e de desejarmos amar mostra que a o amor é para os forte, os adaptáveis, aqueles que sobrevivem à seleção natural. o amor não coisa para fracos. os fracos é que não são coisas para o amor.

Carlos. Branco. on 22 de novembro de 2010 13:21 disse...

o amor é simplesmente um estado de ser, esse amor que lemos em poemas e livros é só o resultado desse estado, que o nossos hormônios e nosso cérebro produz, diria que o amor é uma insanidade humana e não para fracos, porque ele altera a sanidade humana.
nem todos precisam do amor para ser "feliz", acho que quando se trata de cérebro tudo é relativo e depende do ponto que se vê as coisas.
um homem que ama muito pode ser muito mais forte que você, usando ao seu favor, como ele pode ficar cego e ser mais fraco...
nada é verdade, tudo é relativo.

www.carlosbranco.com.br

Rebeca Chuffi on 22 de novembro de 2010 14:11 disse...

hahaha. Sim sim, mas o sentido que eu quis colocar aí, é de caráter mais biológico. Quando um sentimento te faz mal e você não é capaz de controlá-lo, isso é ruim. A fraqueza não bem de um sentido " pejorativo" e sim do simples fato de fraqueza por não conseguirmos controlar o que nos faz mal. Muita gente confundiu, muitas pessoas brigaram comigo, mas eu só quis dizer isso. Eu já sofri muito por isso, a fraqueza, nesse sentido que eu disse anteriormente é o meu fraco, mas as vezes eu penso, quanto tempo eu não perderia atrás de algo que eu sei que não vale a pena se eu tivesse o mínimo de auto controle. É uma coisa que eu busco, não alcançar a frieza ou crueldade, mas simplesmente " guiar", " orientar" essa força terrível e que não tem " misericórdia'' que é o amor.

Gilberto on 22 de novembro de 2010 21:14 disse...

Concordo com a Rebeca, antes de amar é preciso saber guiar seus sentimentos. Muitas pessoas simplesmente se tornam reféns no jogo sentimental, deixam eles fazerem tudo da forma que podem e como querem. É preciso saber amar de forma saudável, amar o ser humano, amar certa situação com amigos, mas se apegar a forma mais primitiva de amor, a paixão por outro, é quase um suicídio psicológico, quando não, literal. Creio que o amor natural acaba sendo muito egoísta, enquanto o amor controlado, direcionado, é libertador. Não lembro onde vi, mas adoro essa frase: "A partir do momento que você começa a amar, você pode começar a odiar."
Muitos não acreditam quando digo que sei controlar minhas paixões, meus afetos, racionalmente. Acredito ser apenas uma questão de prática, de saber discutir mentalmente com meus sentimentos.
Ainda há muita dificuldade em se aprender a amar pois nossa sociedade ainda crê que o amor não tem controle, não tem discussão. Aprendi muito nesse quesito lendo Augusto Cury, que não é auto-ajuda, e sim ciência aplicada.

Thaty on 1 de dezembro de 2010 13:15 disse...

Estava pensando exatamente nisso esses dias, como a gente pensa parecido hein haha
Concordo, sentimentos são nada mais que reações cerebrais. Reações até boas, às vezes. Mas reações às quais não devemos estar cegamente entregues.

Anônimo disse...

Pode bater palmas?clap clap clap.É exatamente isso o que eu sempre quis esclarecer,mas sempre fui mal vista .Um amor que me faz mal,não é um amor,é um ódio.

Rafaella Vasconcelos on 30 de janeiro de 2011 13:20 disse...

Não , não acho que amar seja para os fracos , pois quando passamos a amar , passamos a enfrentar dificuldades . Para amarmos temos que aguentar as consequencias . Então ? Como os fracos conseguirão ?
Sim , quando passamos a amar exageradamente e descontroladamente , passamos a ser afetados psicologicamente . Mas minha opinião ainda é a mesma : AMAR É PARA OS FORTES !

alexandre botof disse...

vc esta certa, amar é opcional, mas não é para os fracos, quem não ama se torna egoista, talvez escolher amar nos faz mais fortes, pq isso nos move é por isso que nós temos familias, amigos etc... o que é preciso é controlar, não ser oprimido pelo sentimento.

Anônimo disse...

Concordo que o amor é uma forma de dominação na atualidade..Por isso defendo que as pessoas deviam amar a todos.. sabe, amar não é, na minha opinião um sentimento direcionado a uma pessoa só. Para mim, a pessoa se deixa levar, se torna fraca quando ela diz amar poucos, acaba sendo levada por provocações e subestimando o bem que outras pessoas (até seus inimigos) podem causar a você.. A imunidade ao estresse, ao "peso na consciência", imunidade à sentimentos que te deixam fraco na maioria das situações vem da flexibilidade de amar.. ser capaz de rir com algo divertido que uma pessoa que vc acabou de brigar disse(afinal, se não tem nada a ver com o assunto da briga, não há por que esconder que vc achou divertido), mesmo que ela fique espantada com você, é um traço dessa flexibilidade..mágoa, ódio, inveja, todos esses sentimentos podem facilmente ser controlados se vc estiver disposto a desistir dos interesses próprios e planejados, para se tornar uma pessoa de interesses instantaneos e possivelmente passageiros, esse conceito também está presente nas idéias pós-modernistas de prazer imediatista, e desmenbrando a sociedade atual, percebemos que, numa visão Nietzschezista, a vida é passageira, e portanto sem importãncia...ideais fixos são conceitos que se extinguirão, por isso não convém termos desejos.
Por isso, o próprio amor deve ser generalizado nesse contexto, não se tornando assim um modo de dominação, ou alegria passageira para o ser humano, mas sim o recurso com o qual ele consegue criar seus sentimentos em relação à uma pessoa em cada momento que interage com ela. Sentimentos são controláveis, quem nega isso é por que nunca realmente tentou.
Perdoe a minha gramática precária.. mas infelizmente, não consigo amar a gramática portuguesa...(paradoxal, porém.. como sentimentos não são fixos..quem sabe se realmente sinto agora, o que afirmo?)

abelmon on 1 de agosto de 2012 19:02 disse...

Rebeca, amar não é um sentimento. É uma escolha.
Parece que você chegou na mesma conclusão(?).

Tenho 31 anos, 25 desperdiçados e quase 7 vividos após conhecer Deus ("Jesus" para os íntimos) e lanço dois desafios, mas só precisa fazer um deles:

1- Se vc conseguir ao menos um momento de Felicidade Perfeita sem Deus e sem amar (dá no mesmo, pois Deus é Amor), avisa. Não estou falando de qualquer momento de euforia/adrenalina ou alegria que parece felicidade, mas de Felicidade Perfeita (quem já sentiu sabe o que estou falando e é difícil definir).

2- Se vc conseguir Paz Duradoura sem Deus, avisa. Não estou falando de qualquer momento de tranquilidade ou de relaxamento, mas de uma Paz que não passa, não importando se você está num engarrafamento ou acabou de perder um ente querido.

Por isto, tem tanto "crente" querendo falar, ou mostrar um outro "mundo", outra "realidade". Tudo começa com uma escolha. É a livre escolha / livre-arbítrio.
Em Cristo,
Abel.

Anônimo disse...

Não existe sentimento mais enganoso. É sábio tentarvfugir deste sentimento, evitar a pessoa que possa desenvolver esse sentimento, e se você foi pego por essa doença fuja da pessoa que você começou a amar. O amor faz mal é tóxico e destrutível não existe nada na medicina que possa te ajudar contra esse câncer.

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